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segunda-feira, 29 de junho de 2009
Grande Travessia no Alqueva:)
domingo, 21 de junho de 2009
vamos lá à Garraida
Apreciei, gostei… hoje sei que estou diferente, renovada…vivi, aprendi…
Grandes Forcados de Alcochete… =)
Vamos abrir a mente, olhar à volta, apreciar todos os momentos, e no final, SUSPIRAR, não por arrependimento nem tristeza, mas sim por pura FELICIDADE!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Dá-te conta...

"Levanto-me pela manhã.
Saio da minha casa.
Há um buraco no passeio
Não o vejo
E caio nele.
No dia seguinte
Saio da minha casa,
Esqueço-me de que há um buraco no passeio,
E torno a cair nele.
Ao terceiro dia
Saio de minha casa procurando recordar-me
De que há um buraco no passeio.
No entanto,
Não me recordo
E caio nele.
Ao quarto dia
Saio de minha casa procurando recordar-me
Do buraco no passeio.
Recordo-me e,
Apesar disso,
Não o vejo a cova e caio nela.
Ao quinto dia
Saio de minha casa.
Recordo-me que tenho que ter presente
O buraco no passeio
E caminho a olhar para o chão.
E vejo-o e,
Apesar de o ver,
Caio nele.
Ao sexto dia
Saio de minha casa
Recordo-me do buraco no passeio
Vou a procurá-lo com os olhos.
Vejo-o,
Tento saltar por cima dele,
Mas caio nele.
Ao sétimo dia
Saio da minha casa.
Vejo o buraco,
Tomo impulso,
Salto,
Roço com a ponta dos meus pés o rebordo do outro lado
Mas não é suficiente e caio nele.
Ao oitavo dia,
Saio de minha casa,
Vejo o buraco,
Tomo impulso,
Salto,
Chego ao outro lado!
Sinto-me tão orgulhoso por o ter conseguido
Que o celebro dando saltos de alegria…
E, ao fazê-lo,
Caio outra vez no buraco.
Ao nono dia,
Saio de minha casa,
Vejo o buraco,
Tomo impulso,
Salto-o
E sigo o meu caminho.
Ao décimo dia,
Hoje precisamente,
Dou-me conta
De que é mais cómodo
Caminhar…
Pelo passeio da frente."
Jorge Bucay
Penso que não será necessário grandes comentários a esta reflexão abstracta de Jorge Bucay. Será que deveremos seguir sempre um caminho só porque teimamos em contornar ou abolir o obstáculo que sempre vai estar presente naquele local? será que deveremos olhar apenas em frente? Será que nos sentiremos mais felizes quando finalmente o conseguirmos transpor e seguir o nosso caminho mesmo sabendo que todos os dias ele vai lá estar? serão todas estas quedas necessárias até conseguirmos olhar para o outro lado do passeio? Será que mesmo seguindo o outro lado do passeio não iremos encontrar, um pouco mais à frente, um buraco ainda maior? O nosso caminho é a nossa vida...vamos tomar consciência de que os buracos vão sempre existir, cabe-nos a nós sermos capazes de olhar para os lados e encontrar o caminho mais cómodo!
Por favor, façam isso....
domingo, 14 de junho de 2009
Pegadas Na Areia, O Livro...

O livro mais fabuloso que algum dia li...
Saboreei cada palavra, reflecti sobre cada capitulo, e no final emocionei-me ao pensar na força que o poema "pegadas na areia" já deu e continuará a dar a tantas pessoas, e na forma como se enquadra em qualquer provação que cada um nós enfrenta!
Leiam... mesmo que não acreditem em DEUS, mesmo que não tenham qualquer crença religiosa, certamente vos irá inspirar e vos dará ainda mais razões para lutar e viver uma vida feliz!
Pegadas na Areia
Sonhei que estava caminhando na praia
juntamente com Deus.
E revi, espelhado no céu,
todos os dias da minha vida.
E em cada dia vivido,
apareciam na areia, duas pegadas :
as minhas e as d’Ele.
No entanto, de quando em quando,
vi que havia apenas as minhas pegadas,
e isso precisamente
nos dias mais difíceis da minha vida.
Então perguntei a Deus:
"Senhor, eu quis seguir-Te,
e Tu prometeste ficar sempre comigo.
Porque deixaste-me sozinho,
logo nos momentos mais difíceis?
Ao que Ele respondeu:
"Meu filho, Eu te amo e nunca te abandonei.
Os dias em que viste só um par de pegadas na areia
são precisamente aqueles
em que Eu te levei nos meus braços."
sábado, 13 de junho de 2009
Santos /Marchas por água abaixo!

quarta-feira, 10 de junho de 2009
Festa Do Concelho de Oeiras

Não percebo o delírio das pessoas quando vêm um ídolo estrangeiro e a apatia ao verem um cantor português. Não somos nós portugueses que teremos que implementar a nossa cultura? Ou será melhor deixar que os estrangeiros minem as nossas terras?
É o que eu digo sempre, a galinha da vizinha é sempre melhor do que a minha, e para a maioria dos portugueses, só no estrangeiro se faz boa música!
Vamos libertar-nos de tabus, vamos cantar sem ter vergonha e sorrir desenfreadamente!